Contra o INSS
na Justiça Estadual
- Auxílio-doença acidentário
- Auxílio-acidente
- Aposentadoria por incapacidade permanente
A maioria perde o direito porque conhece só metade das ações que pode mover. Em até 24h a gente analisa se cabe entrar com uma, com a outra, ou com as duas.
Acidentária junto ao INSS e à empresa. A maioria das pessoas conhece só uma. Por isso perde direito.
Defendemos quem trabalha, quem contribuiu e quem foi acidentado. Faz 40 anos que esse é o nosso lado.
Quando alguém sofre um acidente de trabalho, existem duas ações que correm em paralelo. Conhecer só uma delas significa receber só metade do que tinha direito.
Na primeira conversa a gente avalia se cabe entrar com uma, com a outra, ou com as duas ao mesmo tempo. Sem cobrança nessa análise.
Esse vácuo entre o que a empresa fez, o que o INSS decidiu e o que você ainda tem direito de pedir é onde a maior parte das pessoas perde dinheiro silenciosamente.
Você passou na perícia e o INSS te deu alta, mas ainda não consegue voltar ao trabalho.
A empresa te dispensou logo após o acidente, sem respeitar a estabilidade acidentária.
A CAT foi emitida mas você não teve reconhecimento de acidente de trabalho pelo INSS.
Você está afastado, recebendo do INSS, e os depósitos do FGTS pararam.
Você deixou de receber do INSS e o seu caso é grave, cabendo ser investigado uma aposentadoria por invalidez ou mesmo uma "meia-aposentadoria" (pecúlio).
Você voltou ao trabalho com sequela permanente, consegue ainda trabalhar, mas nunca recebeu indenização.
A empresa fechou e você acha que o direito morreu junto. Não morreu.
Você não precisa entender de processo. A gente conduz desde a primeira conversa até o desfecho do caso.
Nada de formulário gigante. Só o suficiente pra equipe entender qual via investigar.
No seu WhatsApp. Não é estagiário, é alguém da equipe especializada do Escritório de Advocacia Direito Social.
Quais ações cabem, em qual justiça, quais as perspectivas de cada uma. Importante saber também se você já tem ação em andamento com o mesmo objeto.
Advogado desde 2004. Doutor em Processo Civil e pós-doutor em Processo Previdenciário. Professor de pós-graduação em Previdência. Advogado especializado em saúde do trabalhador, com mais de duas décadas de experiência em matéria de acidente de trabalho. Frente principal contra o INSS na Justiça Estadual.
Cada caso acidentário envolve frentes distintas (INSS, trabalhista, sequela permanente). A equipe técnica é convocada conforme a estratégia que cabe ao seu caso.
No escritório desde 1996. Atua nas demandas trabalhistas decorrentes de acidente (danos morais, materiais, estabilidade).
Advogada desde 2013 (PUCRS + UniRitter). Atua em via administrativa e judicial junto ao INSS, com foco em casos acidentários.
Integrante da ABRAT e da Comissão da Advocacia Trabalhista da OAB/RS. Especialista em Direito e Processo do Trabalho pela PUC/RS.
Sócio. Graduado PUCRS 2013. Especialista em Direito Previdenciário pela ESMAFE/RS e Direito Público pela PUC/RS. Previdência Pública e Privada.
"Ótimo atendimento. Soluções em Direito Trabalhista e Previdenciário."
"Atendimento fantástico."
"Ótima, obrigada aos amigos Advogados."
Conduzimos a ação que discute a Remuneração Mínima por Nível e Regime, beneficiando milhares de trabalhadores do setor. O Direito Social trabalha em causas individuais e coletivas, sempre com a mesma equipe técnica que atende cada caso pessoalmente.
A primeira análise não tem custo. Os honorários são combinados antes de qualquer ação, quando é assinado contrato de prestação de serviço. Trabalhamos no modelo de êxito sempre que o caso permite, ou seja, você paga percentual ao final só se você ganhar. O Escritório pode ainda definir um valor fixo para ingresso com a petição inicial, ao tempo de assinar o contrato.
Depende da ação. Ações acidentárias precisam geralmente de perícia judicial, o que determina uma demora maior de tramitação. Também trabalhamos com a presença de assistente técnico (médico auxiliar), razão pela qual primamos pela qualidade da tramitação do processo, para termos mais chance de êxito ao final.
Não necessariamente. Todo atendimento começa pelo WhatsApp e segue por videoconferência. O processo é eletrônico e os advogados vão alertando sobre as etapas a serem cumpridas. A documentação é geralmente enviada por WhatsApp ou email.
O direito não morre com a empresa. Existem caminhos pra responsabilizar sócios, sucessores, e em alguns casos o INSS supre a falta da empresa. Vale conversar e estabelecer com o Escritório a melhor estratégia para o seu momento.
Quatro perguntas. Resposta em 24h no seu WhatsApp. Sem cobrança nessa primeira análise.